20 janeiro 2017

Modo croma de corrida: On

Tenho uns ténis novos... e gosto tanto deles!! :)

Da C #6

- Mamã... tu gostas de cozinhar?
- Mais ou menos filha... porquê?
- Nota-se...
- Cabra!


Em minha defesa devo acrescentar que a miúda come muitas vezes a comida da avó, minha mãe. Ou seja, a fasquia está demasiado elevada. Também piora quando em minha casa a comida é menos condimentada, menos molhos, menos refogados, etc, etc, etc...
Tinha de me defender!! :)))

Golas Altas!

Há uns anos atrás, camisolas de gola alta eram a minha moda todo o Inverno. Tinha de todas as cores e feitios. Era muito friorenta e vejamos, não dá muito trabalho na hora de escolher o que vestir. Quaisquer calças de ganga (dos vinte pares que tinha - outra moda que criei desapego), uma camisola interior e a bela da camisola de gola alta. Fácil, fácil.

Depois de ser mãe houve aqui uma alteração qualquer no meu termostato. Para além de ter deixado de sentir tanto o frio, a gola alta, mesmo nas camisolas mais finas, faz-me confusão. Começo a sentir um sufoco... quando visto, passo o dia a puxar a gola para baixo, a tentar alargá-la. Não aguento.
Acho que de há uns para cá, em cada Inverno, julgo ter vestido golas altas não mais de uma vez.

Mas esta semana... bom, esta semana já vesti gola alta três vezes. E não me tenho sentido nada sufocada. E não tenho andado muito pela rua. Diz que está frio... e está!! 


11 janeiro 2017

Da C #5

Acabamos de arrumar a árvore de Natal.

- Carlota, agora temos de limpar o chão.
- Porquê?!
- Porque está cheio de folhinhas verdes que caíram da árvore... está ver?
- ... então e a Júlia, quando vem?



Parabéns Papi!!

Um beijinho enorme daqui à estrela onde te sentas a olhar por nós!!  :*
Muitas saudades!

04 janeiro 2017

Tranquilidade

É nesta busca incessante pela felicidade que me perco em dias menos felizes.
Porque me lembro de tudo. De tantas coisas. De tantos momentos. De tantas saudades e sorrisos.
Daquilo que fui, daquilo que deixei de ser e daquilo que tanto quero e me escorrega todos os dias pelos dedos.
Não encontro uma explicação para esta minha bipolaridade. Tenho tanto do que quis um dia e não estou feliz com isso. De uma forma egoísta, falta-me o resto. O todo que me completa os dias, e as noites, e me embala e acalma mesmo quando quero estar sozinha.
E se tanto se escreve sobre o lutar pela felicidade eu já defendo que deva ficar quieta. Sem importuná-la demasiado com pedidos aborrecidos que são só meus. Vivo os meus dias tranquilamente, esquecendo essa busca desenfreada pelA felicidade. Cada vez mais prefiro ficar no meu canto. 
E se a felicidade bater, eu abro-lhe a porta.

Quem não quer...


31 dezembro 2016

Xiça!

Não me lembro de uma prova custar-me tanto. 
Não me lembro de parar numa prova de 10km. 
De facto torna-se complicado correr quando não consegues respirar, o nariz está entupido e a garganta arranha. 
Não desisti porque não gosto de desistir. De nada. 
Custou horrores. E aquela subida do demo que é a Av. da Liberdade. 
Mas lá está, agora sinto-me tão bem!
E hoje já não me tiram de casa.
Boas festas e folias de fim de ano. 
Passem da melhor forma. 
Bom Ano! ;) 

30 dezembro 2016

A última corrida do ano

Amanhã vou corrrer a S. Silvestre de Lisboa. A última prova e corrida do ano. 
Não estou muito preparada, estou constipada e dói-me a garganta.
Mas num dia que detesto (31/12), vou à procura daquela sensação maravilhosa pós corrida que só quem corre entende. 
Vamos lá! 

Quase a deixar 2016...

Não foi um ano fácil mas já tive piores. E melhores também.
Não alcancei o meu sossego, mas tenho aprendido a viver com o desassossego.
Continuei na minha reconstrução da vida e acho que estou quase lá.
Não posso ser injusta. Nem comigo nem para os que me rodeiam e tanto me mimam todos os dias.
Os desejos para o Novo Ano são simples: amor e que tudo o resto se mantenha.

Um Feliz Ano a todos os que aqui passam.
E venha de lá 2017.

28 dezembro 2016

Recebi o meu presente de Natal... e não pedi!

Não tenho por hábito falar das acções de solidariedade em que participo. 
Ao longo do ano vou ajudando algumas instituições, com pequenos donativos ou com algo específico que peçam e que eu possa contribuir. Não faço publicidade disso para não ser mal interpretada e porque o faço de coração. Para mim. Possivelmente vou ser mal interpretada na mesma, mas não quero saber. 

Na semana passada, nem sei bem como, esbarrei no Facebook na página do Natal dos Esquecidos. Uma campanha que nos permite oferecer um presente de Natal aos sem abrigo. Li muitas das cartas com pedidos feitos pelas sem abrigo de Lisboa. Umas com presentes mais acessíveis que outras, mas  todas com os sonhos de cada um. Diziam o presente que gostariam de receber e o porquê. Quase todas as cartas tinham já sido "adoptadas" mas havia ainda algumas por atender. 
Escolhi uma, troquei um e-mail com o CASA - Centro de Apoio ao Sem Abrigo e fui ontem entregar o meu presente à instituição. 

Existe um motivo para não fazer voluntariado. Gosto de ajudar a distância. Conheço-me o suficiente para saber que não posso ter contacto com estas pessoas, mexe demasiado comigo. Não consigo. Não tenho estômago para encarar determinadas situações. 

Mas hoje fui apanhada desprevenida. Não sabia que isto ia acontecer. 
Tocou o meu telemóvel. Atendo e do outro lado alguém me diz: "Boa noite. Estou a falar com a B? Daqui aqui fala o Abilio e estou a ligar para lhe agradecer do fundo do coração o seu presente de Natal."

Não me interessam as circunstâncias. Se está ali porque não quer trabalhar. Se é um dos que a quem a crise tirou tudo. Ou dos que sempre conheceram a rua como lar. Decidi oferecer-lhe um presente. Decidi tornar o Natal daquela pessoa mais alegre. Mas não esperava ouvir a sua voz. Que fosse tão real. Falamos uns minutos. Eu, de voz embargada, a esforçar-me para que ele não desse conta de como estava comovida. E sem saber, o Abilio deu-me o melhor presente de Natal de todos. E não foi por me agradecer. Foi por ter-me feito sentir uma pessoa melhor. 
Obrigada eu, Abilio. 

27 dezembro 2016

O meu presente

O Pai Natal não atendeu o meu pedido.
Ou eu ando a portar-me muito mal (não sei de nada), ou alguém anda a dormir.
Vou mais pela segunda hipótese. Aliás, alguém por aí foi mordido pela mosca do sono. 
E não só... 

Ahhhh o Natal... já foi!

Lá está, passou a correr não foi?
Não se preocupem que não tarda nada e ele está aí de novo.
Agora já tudo pensa em duas coisas apenas: nos saldos e no que vestir na noite da Passagem de Ano.
Eu como  não gosto nada da Passagem de Ano, concentro-me apenas nos saldos.

Espero que tenham passado bem o vosso Natal!
Saúde e Amor, é o que desejo!



24 dezembro 2016

Querido Pai Natal

Deixa-te de merdas...
Eu tenho-me portado bem. 
Não inventes nem venhas cá com histórias. 
Fartinha de paleio ando eu! 
Obrigadinha. 

21 dezembro 2016

Como isto (do Natal) me anda a passar mesmo ao lado... mas ainda tenho uns dias!

Ainda não tinha percebido bem que no sábado é véspera de Natal.
Ainda por cima, quando este ano temos o 24 e 25 de Dezembro a calharem num fim-de-semana. 
A minha mãe liga-me e começa toda uma enxurrada de perguntas típicas sobre comidas, doces, bebidas... o que comprar, o que já comprou... se já tenho abóbora, se faço eu os sonhos ou o pão de Ló... os frutos secos, etc, etc... Confesso que desliguei a meio. Voltei à conversa quando oiço um "ok?".

Sim, ok! Como quiseres. Falamos melhor sobre isso na... 6ªfeira?! 

Eu que já ando a planear e a preparar trabalho para a próxima semana, nem dou bem conta que pelo meio temos um fim-de-semana e que por acaso, acontece que é Natal.

Mas... o espírito da coisa vai entrar em mim. Vai! Até porque este ano tenho a C comigo e ando deliciada com as conversas dela sobre o Pai Natal.
Acho deliciosa esta inocência das crianças. Até eu queria acreditar no Pai Natal.
Ao que parece, a C combinou com alguns amiguinhos da escola que bolachas deixar ao Pai Natal para quando este vier deixar os presentes.

"Não podemos deixar todos bolachas iguais. Se uns deixam (bolachas) Maria, outros deixam de chocolate... entendes mamã?" 
"Podemos deixar um copo de leite mas também podemos deixar um pacote de Bongo. Daquele... de muitos frutos. Pode ser mamã?"

Pode, claro! Pode tudo para que ela não perca essa fantasia  tão boa.

12 dezembro 2016

Caiu-me a ficha!*

Hoje, parei para pensar 2 segundos e percebi que daqui a 3 semanas estamos em 2017! 
Como?!? 
É dos maiores clichês de todos, mas bolas, este ano passou mesmo num piscar de olhos... 
Ou isto entra em "slow motion" ou torna-se demasiado assustador...

*Ainda tinha uma aqui perdida  ;)