21 novembro 2017

Esqueçam as app´s nos telefones!

Tenho muito respeito pelas dores dos outros. Principalmente pelos mais velhos, idosos mesmo.
Isto para dizer que quando oiço os meus avós, pais ou qualquer outra pessoa a dizer, "o tempo vai mudar... já me dói aqui o joanete", respeito e aceito até que existe algum fundamento nisso.

Mas depois existem pessoas que são um autêntico boletim meteorológico. Uma em particular com partilho o meu dia a dia...
A pessoa pressente se vai chover, se vem aí um vendaval, se a temperatura sobe ou desce ou se amanhã o sol brilha... eu acho até que ela consegue pressentir que se vai haver um sismo no Japão ou um maremoto na Indonésia.

Alguém está aqui a desperdiçar um talento perdido... :/


16 novembro 2017

5 anos

Fez ontem. Era dia de aniversário do T. Foi o meu último dia de trabalho na empresa que "ajudei" a fechar portas.
Sendo mesmo o último dia, numa empresa já com sentença de morte, não descurei nada. Saí tarde. Jantamos pizza encomendada. Foi a única coisa que o tempo e a emoção me permitiram tratar para festejar o aniversário do T. Hoje teria feito de outra forma. Mas não vale a pena pensar nisso.

Passaram-se 5 anos. Fará na próxima semana 5 anos que trabalho na empresa que me recebeu logo de seguida e que tanto mudou a minha vida. Contribuiu para coisas maravilhosas. Outras nem tanto. 
Gosto muito do que faço. De onde estou. Com quem estou. Mas não deixo de pensar com nostalgia nos tempos idos. Tempos em que os sonhos existiam. Em que o sorriso era mais genuíno e a felicidade mais sincera.

5 anos de voltas e reviravoltas. Não sei como se passou já uma mão cheia de anos. A C. era um bebé. Hoje já estuda e tem até "testes" de avaliação.
Eu sigo o meu caminho. Lado a lado com ela. A minha (única) inspiração. Assustada com a velocidade dos acontecimentos. E com esta vida que sinto apagada.

12 setembro 2017

6 anos de Carlota!


Parabéns meu Amor querido! 
6 anos! 
Obrigada por este privilégio tão grande, do qual sou grata todos os dias.  
Obrigada pela grande companheira que és e por estarmos sempre lado a lado. 
És um furacão. Uma fonte de energia inesgotável. Sempre pronta para mais um salto e mais uma corrida, mas sempre tão feminina e tão vaidosa. 
Com o coração na boca, dizes sem pensar e não tens problemas com isso. 
Mas depois, és meiga e preocupada. Com o mundo, com o que te rodeia. E principalmente comigo. 
Tens um coração enorme. 
Não vives no sonho que idealizei para ti, mas és tão feliz assim, que me emocionas com isso. 
Obrigada filha! Que seja sempre assim!
❤️


03 agosto 2017

Sempre!


Por aqui em modo férias... mas há coisas das quais não tiramos férias! 

18 julho 2017

....

Tinha de escrever sobre o dia de ontem, mas não sei se será um regresso aqui ao blog.
Pelo menos, para já!

8 anos!

Foram 8 anos sem que o meu pai pudesse ir à praia. 
Ele, que tal como eu e todos lá por casa, adora o mar e o sol.
A Carlota nunca tinha ido à praia com o avô.
E, nas palavras dela, "foi tão divertido mamã... o avô deu mergulhos comigo e fez castelos."
Nada que a Carlota nunca tenha feito, mas nunca com o avô que tanto (a) adora!
Ontem foi um dia cheio de emoção e de gratidão. Agradecer. Conseguir perceber que na vida há coisas pelas quais nos esquecemos tantas vezes de agradecer. 
O meu pai ouviu várias vezes da boca da médica que talvez nunca mais pudesse ir à praia.
Obrigada!

17/07/2017

03 junho 2017

Fechar os olhos e voltar a ter 14 anos!


Aconteceu ontem no concerto dos Guns and Roses. Grande concerto. Quase 3 horas cheias de clássicos. O Slash continua a tocar como poucos e o Axl, embora mais gordo e com os dentes mais brancos que os do Paulo Portas, continua espetacular. A voz, igual. Tão igual que foi mesmo fechar os olhos e sentir-me uma adolescente de 14 anos a ouvir a cassete dos Guns. Não sou a maior fã, mas foi mesmo um grande concerto. Muito, muito bom. 









14 maio 2017

Notícias do dia!


Não necessariamente por esta ordem! :) 
...
Eu torço por finais felizes! 
E este, a ser verdade, deixa-me feliz!
Sou uma romântica... fazer o quê? 

06 maio 2017

Boa noite!


Amen! 

28 abril 2017

Palavras que podiam ser minhas #2

"quando achares que não consegues levar a vida, deixa que a vida te leve. confia. 
quando sentires que a bagagem está muito pesada, deixa o que pesa para trás. respira.
quando o mundo te começar a doer, abraça o teu coração. protege-te.

ao longo do caminho, deixa o sol entrar, deixa o tempo curar, deixa o incerto acontecer e deixa que a vida faça o que de melhor sabe fazer:
- tornar-te mais forte nas voltas que dá."
Agora de bagagem, levo apenas o essencial.

27 abril 2017

Hala Madrid!

Sonhava em fazer uma Meia Maratona fora de Portugal. Pela proximidade, pela cidade em si e pela animação que todos contam desta prova, a Meia Maratona de Madrid foi a eleita. Andei meses a desafiar a minha grupeta e lá os convenci (não difícil, confesso)!
Não fiquei nada desiludida. Realmente o povo sai à rua, toda a cidade fica em festa e a animação não falta. A prova em si não é das mais fáceis, mas faz-se. Tem uma subida do demo nos últimos 2 km e os primeiros 5/6km também são a subir. Mas também tem boas descidas e todo o percurso é feito por caminhos novos, não passamos 2 vezes pelo mesmo local.
Facilitou-me não conhecer o percurso, parece que cada km passou mais rápido. Por outro lado, para mim que sou uma medricas, não conhecendo o percurso, vou sempre mais devagar, a controlar-me com receio de me cansar e não aguentar.
A prova em si poderia ter-me corrido melhor, precisamente por isso. Tive medo de arriscar e fui sempre mais devagar. Ainda assim, melhorei o meu tempo.
E diverti-me sempre. Acabei com a sensação que corria mais (apesar dos últimos 2km rebentarem com as pernas).
Toda a minha grupeta terminou a prova. Para a M. foi a primeira meia maratona e começou mesmo bem com tanta animação e boa disposição.
Os dias que se seguiram foram só para aproveitar a cidade, que todos já conhecemos mas onde é sempre bom regressar. 
Algumas compras, boa comida e muita cerveja. ;)
Venha a próxima!!

Obrigada ao C. que foi o único homem deste grupo e que nos aturou sempre sem reclamar, mesmo quando passamos horas enfiadas em lojas.
Obrigada à J. que não correndo nos acompanhou nesta aventura.
E obrigada aos meus pais que mais uma vez me ajudaram com a C.